segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Soneto de Amor ( Ao Trema ), por Nathan de Castro

Para que o Trema viva eternamente,
ponho um ponto final no meu soneto
e arrisco-me a escrever esse eloquënte
momento de palavra em branco e preto.

Sem seu encanto, a rima transparente
se entrega ao lado exangue do quarteto
e a poesia, vesga, segue em frente,
na busca pelos olhos do esqueleto.

Ambíguo verso azul, sem conseqüencia!
Vinheta de um programa, feito ausência
nas telas de uma lei tola, e sem cor!

Mas, meu amigo Trema, a nossa essência
tem o perfume doce da querência
que não tem "q", nem "u"... E é só amor.

1 Comentários:

Às 9 de fevereiro de 2009 16:05 , Blogger Nathan de Castro disse...

Obrigado pela publicação do meu trabalho, amigo poeta Luiz Delfino.
Grande abraço cá das Gerais,
Nathan de Castro

 

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